domingo, 22 de janeiro de 2017

Resenha: Vidas Secas

 Quer ler algo que retrate a vida dura na seca? Então leia Vidas Secas, um livro que tem a história com efeito de um ciclo interminável retratando a vida de Fabiano, Sinhá Vitória, seus dois filhos e a cadela chamada Baleia. Todos eles possuem uma vida muito sofrida por dependerem do cultivo da Terra e da sobrevivência do gado.

É engraçado devido Graciliano Ramos, o autor da obra, humanizar Baleia, descrevendo os seus sentimentos e Deus desejos e transforma os humanos em selvagens, descrevendo sempre seus impulsos como se fossem animais.
A natureza sempre está muito presente, afinal a obra faz parte da escola literária chamada neo realismo, que tem base no naturalismo e no realismo. Escrita em 1938, mostrou uma diferente visão sobre a vida no nordeste, tornando-se um clássico brasileiro.

Foi uma leitura obrigatória por fazer parte da seleção dos vestibulares e pela escola ter colocado na lis para as provas, mas não me senti na obrigação por ser um livro que pode ser lido em um dia com tranquilidade. Ele é um clássico, mas não é difícil de ser lido como muitos outros clássicos. 

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